Império do Sol - Ascensão e Queda

Diário de campanha - Episódio 1 – O despertar ao lado de um novo “amigo”
Após um longo período de hiato segue o primeiro episodio da nova campanha Império do Sol – Ascensão e Queda.

Episódio 1 – O despertar ao lado de um novo “amigo”.

Após um longo período adormecidos os aventureiros despertam em um lugar completamente desconhecido, algo parecido com pequenas celas de uma prisão escura, fria e úmida. Ao acordarem repararam que estavam sós e somente com as roupas do corpo, sem seus equipamentos e armas nesses pequenos quartos com grades e logo procuraram por seus companheiros, foi quando descobriram que alguns de seus amigos não estavam ali. Havia quatro celas, uma vazia e duas ocupadas por Turok e Katsumoto, a quarta cela estava habitada por uma pessoa estranha para nossos heróis. Foi assim que conheceram um homem chamado Fausto.

Os três aventureiros logo resolveram sair dali e ao deixarem as celas, que por sinal estavam com as portas abertas, se encontraram em um corredor estreito e escuro feito de pedra, provavelmente um túnel escavado em uma caverna. Nada alem dos quatro pequenos quartos com grades havia ali, então logo seguiram pelo único caminho possível buscando uma saída. Após uma breve caminhada cercados de rochas e escuridão perceberam uma luz que indicava o fim deste corredor na caverna.

Ao chegarem ao fim do túnel, enorme foi sua surpresa por estarem à beira de um precipício cuja altura era maior que os heróis poderiam calcular. Olhando à frente viam o horizonte, porem sem poder saber onde estavam e aos lados e acima somente conseguiam ver uma imensa parede de pedra. Procurando com um pouco mais de cuidado descobriram uma escada de cordas pendurada ao lado esquerdo do buraco, esta provavelmente ira levar os aventureiros para fora da caverna. Com muito cuidado, uma a um, foram subindo até o topo da colossal montanha de pedra.

Quando o corajoso grupo de “amigos” chegou e o que lá havia era apenas uma saída de chaminé. Aparentemente estavam no telhado de uma construção. A saída da chaminé era larga o suficiente para que pudessem descer construção adentro e assim o fizeram. A outra abertura da chaminé estava em uma sala não muito ampla, praticamente vazia se não fosse pela existência de um grande baú de madeira localizado na outra extremidade do cômodo e uma porta no centro da parede que estava à esquerda da lareira por aonde os heróis chegaram. Nada encontraram na sala, porem ao abrirem o baú, após muito esforço gasto devido o cadeado que o fechava, encontraram algumas armas antigas e em mal estado, mas que já os ajudariam, já que estavam apenas com suas roupas. Então a porta foi seu próximo destino.

Ao passarem pela porta encontraram uma escada e ao descê-la agradeceram pelas armas que acabaram de encontrar, pois ali havia alguns monstros, desconhecidos para os aventureiros e não muito perigosos, mas que de mãos nuas os aventureiros teriam problemas para derrotá-los. Ao subjugar esses inimigos puderam reparar que estavam em outra sala com nada alem de uma porta a sua frente havia para que pudessem explorar. E então para esta porta seguiram.

Atrás dessa porta já estava o lado externo da construção, logo os aventureiros puderam reparar um Rast que estava guardando o pátio que dava acesso a um portão que agora era o objeto dos heróis. Sem haver alternativa enfrentaram o monstro e pela primeira vez Fausto demonstrou habilidades de luta. Sem maiores dificuldades derrotaram aquela aberração e seguiram para o portão e o abriram.

Quando já pensavam em o que fazer e para onde ir o grupo foi surpreendo por um Babau montando em um Bulette, que em investida, vinham na direção dos aventureiros através da floresta que cercava aquela estranha fortaleza. Nesta batalha os guerreiros tiveram que por em pratica suas verdadeiras habilidades, pois uma difícil e sangrenta luta se seguiu. Após muitos golpes desferidos e muito sangue derramado as duas criaturas foram mortas.

Logo que os monstros estavam sem vida, Fausto, Katsumoto e Turok foram vasculhar os alforjes que estavam presos a cela do Bulette. Foi então que encontraram suas armas e alguns pertences pessoais junto a uma pequena escultura entalhada em madeira, esta inquietou Katsumoto e Turok devido às lembranças que trouxe a tona, também havia uma mensagem dizendo: “Me encontrem na Torre”. Não demorou em associarem a mensagem a Torre do Conhecimento e decidiram que seria seu próximo destino. Só não sabiam como chegariam, pois não tinham a menor idéia de onde estavam.

A origem de Fausto continuava sendo um mistério. Suas atitudes não faziam com que Katsumoto e Turok o considerassem um amigo. E seu ar misterioso e sua falta de memória faziam com que os dois guerreiros ainda desconfiassem do monge. Porem, os três ainda estavam juntos nesta confusa missão.

Após um momento de reflexão e discussão de qual caminho tomar para a Torre, um estrondo surpreendeu vindo de dentro dos portões da misteriosa fortaleza. Quando olharam para ver o que poderia ser, ficaram muito assustados com a cena que viram. Um enorme Golem de Ferro, subindo pelo penhasco, já estava no pátio atrás do portão e seguia na direção dos aventureiros. Estes por sua vez saíram correndo com toda velocidade que possuíam através da clareira aberta pelo Bulette querendo evitar uma nova batalha.

Ainda correndo através daquele caminho foram surpreendidos por um espesso nevoeiro que cegou os três e estranhamente um silencio mortal tomou conta do local. Antes que pudessem pensar no que estava ocorrendo, um imenso enxame de aranhas tomou conta do lugar e como não conseguiam ver nada, não puderam saber de onde vinham tantas aranhas. Nesta situação ficaram por alguns minutos, quase entrando em pânico pela falta de visão, as aranhas subindo pelos seus corpos, aquele incomodo silêncio e a possibilidade do Golem aparecer a qualquer momento.

Foi então que aquela estranha nevoa se dissipou levando embora com ela as aranhas e o silêncio, porem trazendo um grande sentimento de mistério, já que os aventureiros não estavam mais na floresta. Após conseguirem novamente pensar e analisar onde estavam, olharam em volta e viram uma grande planície com vegetação rasteira e a sua frente uma pequena estrada que levava a uma vila. No final do caminho de pedra havia uma placa de madeira com um nome, “Winterstroughtemburg”

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